segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
O Futuro em suas mãos
a época das eleições surgem candidatos movidos à honestidade, eficiência e conhecimento prático e profundo sobre como resolver os problemas do Brasil. Nessa ocasião, todos demonstram preocupação exacerbada sobre a condição de vida do "irmão".Promessas são feitas e a desigualdade humana entre candidato e eleitos desaparece. Eles se completam, se abraçam e posam juntos: não há barreiras. Fica a impressão de que todos estão juntos e que juntos enfrentarão os "moinhos de ventos". Quem no comando está , promete acabar com a pobreza, extinguir as diferenças sociais e devolver a dignidade aos mais carentes. Mas, por que não o fez durante sua gestão? Nesse contexto, o Mal critica o Bem e vice versa. Vá se entender a "política" !! O que se vê é a "baixaria", a menção de "arapongas", etc, etc. Na concepção dos concorrentes fica o ensinamento de Maquiavel : os fins justificam os meios. Nessa discussão - analisada por eméritos cientistas políticos - várias teses são passadas ao povão, mas como esclarecer a massa se lhe falta cultura ? Fica a ociosidade premiada com "bolsa família" e "esmolas sociais" custodiadas pelo governo, que posa de "pai dos pobres", contudo é a classe média que é sangrada por impostos altíssimos para que esses programas sigam em frente: "é cumprimentar com o chapéu alheio". Porém, esse assistencialismo não liberta o povo, pelo contrário, o marca com o "voto de cabresto emocional". Boi marcado pra morrer, povo marcado pra votar.
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